Teorias não-psicológicas:
Entendem que a escolha profissional do indivíduo é causada por elementos
externos a ele. Descartam a possibilidade de orientabilidade (possibilidade de
o individuo planejar seu roteiro profissional ou de algum auxilio profissional
para ajudar no processo). O sujeito não escolhe, pois é direcionado pelas
contingências do ambiente, determinantes externos.
Teorias Psicológicas: Analisam
os determinantes internos do indivíduo que explicariam seus movimentos de
escolha.
Traço e fator: sugere
um procedimento racional e objetivo para a escolha, pois pressupõe que:
* Os indivíduos diferenciam-se entre si em
termos de habilidades, aptidões, interesses e características pessoais.
* As ocupações se diferenciam entre si, cada uma exigindo que o profissional apresente características requeridas pela profissão.
* É possível conduzir à compatibilização ideal dessa dupla, uma ordem de fatores através de um processo racional de escolha.
Homem certo no lugar certo.

Teorias psicodinâmicas: buscam explicar como os indivíduos constituem sua personalidade e, por isso, como se aproximam das profissões. A causa da escolha profissional é interna (interesse, motivação), os externos estão em segundo plano.
Teorias desenvolvimentistas: critica a idéia de “momento da escolha”, defendendo a concepção do desenvolvimento vocacional em três estágios (Ginzberg):
* As ocupações se diferenciam entre si, cada uma exigindo que o profissional apresente características requeridas pela profissão.
* É possível conduzir à compatibilização ideal dessa dupla, uma ordem de fatores através de um processo racional de escolha.
Homem certo no lugar certo.

Teorias psicodinâmicas: buscam explicar como os indivíduos constituem sua personalidade e, por isso, como se aproximam das profissões. A causa da escolha profissional é interna (interesse, motivação), os externos estão em segundo plano.
Teorias desenvolvimentistas: critica a idéia de “momento da escolha”, defendendo a concepção do desenvolvimento vocacional em três estágios (Ginzberg):
* Escolha fantasiosa (infância até os 11 anos)
* Tentativas de escolha (dos onze aos dezessete):
* Tentativas de escolha (dos onze aos dezessete):
1-
Interesse: o que o adolescente gosta?
2- Capacidade: o que o adolescente sabe fazer? Ênfase para a escolha.
3- Transição: final da adolescência; contínuo conhecimento da realidade.
2- Capacidade: o que o adolescente sabe fazer? Ênfase para a escolha.
3- Transição: final da adolescência; contínuo conhecimento da realidade.
* Realista (dezessete anos):
1-
Exploração: do contexto universitário.
2- Cristalização: definição do foco vocacional com alguns aspectos em aberto.
3- Especificação: planejamento e especificação na área de escolha. O que seria:
2- Cristalização: definição do foco vocacional com alguns aspectos em aberto.
3- Especificação: planejamento e especificação na área de escolha. O que seria:
* Exploração: descobrir que existem no meio
imediato e na sociedade problemas para resolver e tarefas para realizar;
acumular informações sobre o ambiente e sobre si mesmo; dispor de um repertório
diversificado de informações; experimentar papéis profissionais na imaginação.
* Cristalização: constatar a necessidades de fazer escolhas, identificar entre muitas atividades aquelas para as quais se mostram interesses duradouros; organizar o mundo do trabalho com base nos componentes da identidade pessoal.
* Especificação: identificar e ordenar e encontrar possibilidades conseqüentes aos valores e às necessidades subjacentes aos comportamentos; decidir integrando todos os elementos já considerados.
* Realização: rever as etapas da decisão e sua estabilidade e certeza; operacionalizar e planejar as etapas da decisão; antecipar as dificuldades; proteger sua decisão; formular escolhas substitutivas.
* Cristalização: constatar a necessidades de fazer escolhas, identificar entre muitas atividades aquelas para as quais se mostram interesses duradouros; organizar o mundo do trabalho com base nos componentes da identidade pessoal.
* Especificação: identificar e ordenar e encontrar possibilidades conseqüentes aos valores e às necessidades subjacentes aos comportamentos; decidir integrando todos os elementos já considerados.
* Realização: rever as etapas da decisão e sua estabilidade e certeza; operacionalizar e planejar as etapas da decisão; antecipar as dificuldades; proteger sua decisão; formular escolhas substitutivas.
– Teorias decisionais: visa a racionalidade das escolhas, a decisão deve ser fruto de análise minuciosa dos elementos que intervêm no processo. A racionalidade propõe três etapas:
* Preditiva: identificar as possibilidades oferecidas e analisar as
conseqüências de cada uma dessas possibilidades.
* Avaliativa: analisar a desejabilidade das conseqüências arroladas na etapa anterior.
* Decisória: avaliar as decisões e finalmente chegar à escolha.
* Avaliativa: analisar a desejabilidade das conseqüências arroladas na etapa anterior.
* Decisória: avaliar as decisões e finalmente chegar à escolha.
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