domingo, 20 de maio de 2018

Avaliação Psicológica em Orientação Profissional

 A avaliação psicológica em orientação profissional tem como o seu principal objetivo o autoconhecimento com foco na escolha da carreira do adolescente. O psicólogo deve colaborar para o conhecimento máximo possível desse adolescente, projeto de vida e integrar seu autoconhecimento nesse momento de escolha. Os testes psicológicos são instrumentos auxiliares na avaliação, são utilizados quando precisamos de material fidedigno, passível de reaplicação e que chegue a conclusões confiáveis em curto espaço de tempo.

       Existem várias formas de se obter informações tais como a observação direta, entrevista, análise de documentos, e a testagem propriamente dita. Fica claro então que os teste psicológicos são umas das formas de se obter informações sobre uma pessoa durante a avaliação Psicológica. ( Primi, Nascimento & Souza, 2004, p.21).



     As entrevistas podem ocorrer tanto para obter informação do orientando, como para fazer as interpretações possíveis e necessárias, para que a pessoa ´possa ampliar sua percepção sobre si mesma. A avaliação psicológica é entendida como um processo técnico – científico de coleta de dados, estudos e interpretações de informações dos fenômenos psicológicos, que são resultantes da relação do indivíduo com a sociedade, utilizando-se, para tanto, de estratégias psicológicas – métodos, técnicas e instrumentos. (Conselho Federal de Psicologia, 2003).



     A entrevista também é um elemento fundamental uma vez que no processo de Orientação Vocacional ela auxilia a identificar o motivo que leva a pessoa procurar os nossos serviços para resolver sua dificuldade; quais são os seus conflitos predominantes. Além disto, a entrevista, de acordo com vários autores ajuda na elaboração do adolescente, para que ele possa construir a sua identidade vocacional, elaborar os conflitos e fazer as suas escolhas.
                                                 

REFERÊNCIA

NASCIMENTO,  Regina Sonia ; Revista Brasileira de Orientação Profissional.
São Paulo, 2007, 8 (1). pp.33-44

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